domingo, 25 de maio de 2025

Jesus e as crianças

Uma das imagens mais belas que existe é a imagem de Nosso Senhor com as crianças. Quanta beleza. Quanta pureza, quanto esplendor.
De fato, Nosso Senhor ama as crianças com um amor de predileção. " Deixai vir a mim as criancinhas pois delas é o Reino dos Céus."
Como são amadas as crianças pelo Senhor, que as ama com um amor extraordinário.
Em várias passagens bíblicas, Nosso Senhor se encontra com as crianças, faz alusão à elas como condição indispensável para entrar no Reino dos Céus e as torna participantes do Seu plano de amor.
Sim, Nosso Senhor acolhe as crianças em Seu Sagrado Coração e lhes desvenda seus mistérios.
No Céu, as crianças reinarão com Nosso Senhor.
No Céu de Deus, as crianças governarão as Terras Sagradas e cada criança irá morar no Palácio do Rei Jesus.
Lá estarão as crianças mártires, as crianças santas e puras, e as crianças que não chegaram a nascer, que morreram no ventre da mãe. Também essas crianças participarão do Banquete das Núpcias reais do Rei Jesus.
Todos contemplarão a Glória do Senhor.
No Céu, os adultos irão obedecer as crianças santas e as servirão.
As crianças no Céu, irão rogar pelos seus parentes vivos que ainda continuam seu tempo de peregrinação terrena.
No Céu, existe um Coro inteiro dedicado às crianças, assim como existem o Coro das Virgens, o Coro dos Profetas, o Coro dos Mártires, dos Apóstolos.
No Céu, nem todos contemplarão a Deus da mesma maneira.
A medida da Glória nos Céus, será a medida da Graça que alcançou na Terra, a mesma " medida, calcada, sacudida."
São Domingos Sávio, grande Apóstolo, no Céu, continua, com mais perfeição, Louvando ao Rei Jesus e a Soberana Rainha e Senhora do Universo.
Espera. Existe uma fila enorme vindo falar com São Domingos Sávio, o Domingos da Virgem, como gosta de ser chamado.
É uma multidão de homens e mulheres, que subiram ao Céu, graças às orações de São Domingos.
Que Beleza a Vida Eterna.
As Palavras do Rei Jesus ecoam e se repetem sempre que uma alma infantil sobe ao Céu:
"Deixai vir a Mim as criancinhas, porque delas é o Reino dos Céus."



Judas Iscariotes

Quando Jesus chamou Judas Iscariotes, Ele não o chamou para O trair, mas para a santidade. Judas Iscariotes não nasceu para trair Jesus, nasceu para ser santo.
Jesus conhecia perfeitamente todas as fraquezas e más tendências de Judas e por isso o chamou : " Eu conheço aqueles que escolhi."
Jesus olha nos olhos de Judas, abre-lhe um sorriso amoroso e o chama.
Judas então, passa a seguir Jesus. Mas não O segue como um discípulo amoroso, que sente prazer e alegria em estar ao lado do Mestre. Judas vê Jesus como um comandante, como alguém que vai libertar os judeus do jugo romano.
Daí então, as fraquezas de Judas vão se tornando, passo a passo, cada vez mais evidentes. Judas não entende como Jesus possa querer comer com os pecadores. Não entende como Jesus possa ter tanta misericórdia, em quem, na visão de Judas, não mereceria nem mesmo um olhar.
E Judas, no seu íntimo, começa a criticar Jesus, começa a sentir raiva da misericórdia de Jesus.
Talvez Judas pensasse que se o pecador se arrependesse, ele precisaria ainda sofrer muito por tudo àquilo que fez, e só depois, talvez depois de muito tempo, poderia ser-lhe dado o perdão.
Judas Iscariotes tinha raiva da misericórdia de Jesus. Não aceitava que Jesus pudesse ser tão misericordioso e compassivo com os pobres pecadores.
Então a multidão, sedenta de Deus, sedenta de esperança, sedenta de perdão, começa a seguir Jesus.
A fama de Jesus cresce. Seu domínio sobre a natureza, sobre os demônios, sobre os corações e mentes, o poder de perdoar pecados, revelam que Jesus possui também, uma natureza divina.
Então, dentro de Judas, começa a brotar outro sentimento terrível e satânico, a inveja.
Judas tinha inveja da fama de Jesus e Judas tinha inveja da bondade que Jesus tinha para com os pecadores públicos. Judas não aceitava isso.
Na verdade, Judas, conhecendo um pouco àquilo que se passava dentro de si, duvidava do amor que Jesus nutria por ele. Sim, Judas era aquele discípulo sempre distante e até mesmo um pouco desconhecido para o restante do Grupo dos Doze. Tanto é verdade que na Última Ceia, quando Judas se retirou da Mesa, os discípulos não sabiam e não entendiam a atitude de Judas.
Cada atitude de Judas, cada ressentimento, cada inveja, cada ciúmes, raiva, ia, pouco a pouco, o afastando do Coração de Jesus.
Judas, então, deixa-se dominar por suas más tendências e fraquezas, e nesse momento, quando se deixa conduzir por seus instintos e duvida do amor que Deus tem por ele, a maldade toma conta do seu coração.
E o demônio, que ainda não sabia quem poderia ser o traidor de Cristo, começa a seduzir e investir em Judas.
Judas aceita a tentação e, ao premeditar a traição de Jesus, o demônio entra nele.
Jesus ainda tenta arrancá-lo das mãos do demônio mas Judas não tem fé suficiente para acreditar no amor salvador de Cristo.
Então Judas se desespera e comete suicídio.
Não sabemos o destino de Judas.
Sabemos somente que Judas, ao ser chamado por Jesus, foi chamado para reinar com Cristo na eternidade.
Foi chamado para a santidade.






Juízo Final



Nós precisamos ter bem presente em nossas consciências e em nossos corações essa realidade, que é uma verdade de Fé, do Juízo Final.
A morte ocorre quando a alma se separa do corpo, e, ao morrermos, imediatamente estaremos diante de Deus, para prestarmos conta da nossa vida.É o Juízo particular.
Quando o Senhor voltar para julgar os vivos e os mortos, nossos corpos ressuscitarão, ou para a glorificação eterna nos céus, ou para a condenação eterna no inferno. Então o Juízo particular tornar-se-a público.É o chamado Juízo universal.
Nosso Deus colocará à nossa frente toda a nossa vida e o quanto de verdade havia em nossos atos. Seremos julgados à Luz da Verdade, pois "não há nada que esteja escondido que não venha a revelar-se".
Então Deus que enxerga o mais secreto de nossas consciências, examinará o quanto de verdade e retidão havia em nossos atos.Por isso, Deus odeia a hipocrisia.
A bem da verdade, todos nós somos mais ou somos menos hipócritas. A libertação da hipocrisia é um processo lento e gradual; acontece à medida em que examinamos minuciosamente nossas consciências e nossos atos e pedimos perdão à Deus pelas ofensas e injustiças cometidas.E é a própria Luz Divina da graça de Deus que nos torna capazes de enxergar nossa escuridão pois até para enxergar as trevas, precisamos da luz.
A hipocrisia é o oposto da verdade. Quanto mais nos aproximarmos da Verdade, mais iremos deixar de sermos hipócritas.
Vejamos bem: Antes de buscarmos uma vida de penitência, de sincera conversão, vivíamos literalmente, no pecado.Ignorávamos a realidade espiritual, vida da graça e desprezávamos o amor de Deus. Nossa alma encontrava-se em estado terminal.
Deus porém, na Sua Infinita Misericórdia, nos "retirou de um charco de lodo e de lama" e nos fez conhecedor do Seu Amor.Não somente conhecedor.Nos fez experimentar e vivenciar esse amor.
Imediatamente, nos libertamos em parte de "nossa vida fútil, herdada de nossos pais", ou seja, nos libertamos da vida hipócrita, vazia e sem sentido que vivíamos até então.
Porém, continuamos a ser hipócritas, ou seja, nossas ações, palavras, sentimentos,obras, ainda não são totalmente verdadeiros. Precisamos ainda caminhar junto à Luz da Verdade, junto de Deus, para que Ele vá revelando cada vez mais nossa hipocrisia, até que, depois de um longo período experimentado pelo Senhor, possamos alcançar a total libertação da hipocrisia,  que consiste na " plenitude da idade de Cristo".
Então quando esse dia chegar, não teremos mais motivos para temer o Juízo de Deus.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2025

Francisco e as Lágrimas

Certo dia, Francisco chorava alto na solidão da floresta.Chorava tão forte e tão alto que, vez em quando, lhe faltava o ar e tinha que buscar um novo fôlego nos seus pulmões já afetados pela doença.
Vez em quando também, Francisco batia no peito diversas vezes seguidas, olhava para o céu e tornava a chorar.
Frei Leão, indo ao encontro de Francisco, ao vê-lo assim, corre preocupado para lhe dizer:
" Pai Francisco. Meu pai Francisco. O que lhe aflige tanto?"
" Meu filho Leão. Tu precisas fazer muita penitência e jejum por esse pobrezinho tão miserável e pecador, que é este que te fala."
Nesse momento, Frei Leão se joga nos pés de Francisco e começa a lhe beijar as chagas:
" Meu Santo. Tu estás a falar de mim, não de ti mesmo."
- Oh Ovelhinha de Deus, tu não sabes o que fala. Eu tive um sonho e é esse o motivo da minha aflição.
Eu tive um sonho que, na verdade, foi uma advertência do Meu Senhor Jesus Cristo, que na Sua Infinita Misericórdia quis me revelar isso a fim de que eu tenha tempo de fazer penitência e converter o meu coração.
Desde então, não cesso de suplicar que a Sua Misericórdia lave meus pecados, purifique o meu coração e me converta inteiramente para Ele.
- O que foi que sonhastes, pai Francisco?
-Sonhei que se eu tivesse mais paciência com os meus inimigos. Se tivesse mais compaixão dos seus erros, suas cegueiras e loucuras. Se eu os amasse "até o fim". Se eu, à exemplo do Meu Bom Senhor, me ajoelhasse e começasse a lavar os seus pés e os beijar, e enxugá-los, como um verdadeiro escravo, por amor a Deus, eles se converteriam.
Por isso, de bom grado, qual nova Madalena, eu quereria que todos os meus inimigos estivessem aqui presente para que eu pudesse lavar os seus pés com minhas lágrimas, pedindo-lhes perdão por não tê-los amado até o fim.
Quando penso na paciência do Meu Deus, em buscar essa ovelha perdida que sou eu, começo a soltar gemidos, com " forte clamor e lágrimas" porque não tive a mesma paciência com aqueles que me queriam mal."
- Por isso, Frei Leão, na autoridade por Deus constituída a ti, suplico a tua absolvição, sacerdote do Altíssimo.
Nesse momento, muito comovido, Frei Leão atende a Confissão do Santo e lhe dá a absolvição.
E volta para a casa edificado pela humildade do Santo.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

O Bom Samaritano




     Meditando na figura do Bom Samaritano e o quanto ele tem a nos ensinar nessa passagem bíblica belíssima. Meditando na viagem que ele fazia, poderíamos imaginar inúmeras situações: que seria uma viagem de negócios para ajudar a família, que estava cansado da viagem longa, que poderia estar meses viajando com saudades da família, que poderia estar regressando ao encontro dos seus. Enfim, são muitas as situações que poderiam estar passando na mente e no coração do Bom Samaritano.
    O que ele fez, considero nos nossos dias, não como algo difícil mas como algo dificílimo: abrir mão dos seus horários, dos seus compromissos, das suas rotinas, para atender àqueles que sofrem do corpo ou da alma.
   Movido de verdadeira compaixão, o Bom Samaritano "perdeu tempo" com aquele homem semimorto e o fez voltar a viver. Como não lembrar daquela passagem bíblica em que o Senhor nos diz: "Se alguém te pede para caminhar um quilômetro, caminhe dois com ele".
   Foi exatamente isso que o Bom Samaritano fez. Ele se colocou no lugar do outro para sofrer a dor do outro. A dor não era dela. Era do homem que foi vítima de assaltantes. Mas de tal modo, ele se compadeceu do estado daquele homem, que ele assumiu o sofrimento daquele homem como sendo seu.
  A dor que sentiu por aquele homem fez com que ele providenciasse a cura para o homem caído na estrada. Podemos dizer que a dor que sofreu, ao se compadecer, foi o início da cura do homem semimorto. O Bom Samaritano se tornou, por assim dizer, um homem chagado e caído na estrada para que o homem caído se tornasse sadio novamente.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Mar de sangue



O Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo é um Mar de Sangue onde somos lavados de todo o pecado, curados, libertados, remidos.
Esse mesmo Sangue Santíssimo que saiu do seu lado aberto no momento em que o soldado romano perfura o Senhor para ver se ainda estava vivo ou se tinha falecido, é verdadeiramente o preço da nossa salvação.
Se as águas do dilúvio serviam para purificar o mundo, foi somente como imagem do que aconteceria com o mundo depois que o Senhor derramasse todo o seu sangue em Sacrifício de expiação pelos nossos pecados, pelos pecados do mundo, de todos os homens que morreram, de todos os homem que vivem e de todos que ainda irão nascer. De fato, o Senhor lavou o mundo, purificou de uma vez por todas, com seu Preciosíssimo Sangue.
 Se antes, o Senhor fez chover quarenta dias e quarenta noites, por causa do pecado dos homens, de acordo com a narrativa do Gênesis, dessa vez e por todas, o Senhor derrama, não mais por quarenta dias e quarenta noites mas naquelas benditas horas da Paixão, todo o seu Sangue.
Dizia Santo Tomás, que uma só gota do Sangue de Deus feito homem era necessária para remir o mundo pois uma só gota é maior que toda a imundície do pecado. Uma só gota era mais que suficiente para aplacar a ira de Deus porque era o sangue do próprio Deus, com valor inatingível, incalculável, inimaginável. E, no entanto, por amor ao Pai, o Senhor tornou-se causa de castigo, para nos livrar do castigo e causa de condenação para nos livrar da condenação.
Quando o Senhor nos diz na sua parábola: " quando alguém te pedir que andes um quilômetro, ande dois com ele.", o Senhor cumpriu em plenitude ao exclamar: "Tudo está consumado". De uma gota necessária, o Senhor deu tudo que continha Nele.
O Senhor se alegrou quando a pecadora quebrou o frasco todo de perfume em honra do seu sepultamento. Como o Senhor, nesse momento, não haveria de lembrar que assim como a pecadora derramaria todo o conteúdo de perfume contido no frasco, assim também Ele derramaria todo o sangue contido no Seu Corpo, em Sacrifício de suave odor, pois àquele perfume se extinguiu, mas esse perfume permanece para sempre.
Esse mesmo Preciosíssimo Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo foi gerado no ventre puríssimo da Virgem Maria por obra do Espírito Santo, de modo que o sangue da Santíssima Virgem seja o Sangue Preciosíssimo de Nosso Senhor. Sim, a natureza divina foi gerada de Deus, assim como sua alma humana, mas o corpo e tudo o que contem o corpo foi gerado pela Sua Mãe. Assim sendo, o Sangue de Cristo é o sangue de Maria Santíssima.
Esse Preciosíssimo Sangue toma um valor indelével pois não se pode separar a divindade da humanidade.
Faz-nos bem tratar com reverência e devoção as santas relíquias daqueles que alcançaram a perfeição evangélica, que se dirá com que amor, com que reverência, com que devoção e afeto devemos ter para com o Sangue de Deus?
Sim, nunca será suficiente honrar o preço da nossa salvação, alcançado não por nossos méritos mas pelo Sangue de Deus Redentor.
Esse mesmo sangue, mesmíssimo sangue gerado no ventre da Virgem Mãe é o Sangue presente nas Sacratíssimas espécies Eucarísticas, no Santíssimo Sacramento do altar.
Mesmo quando se comunga em uma espécie Eucarística, está contido todo o Preciosíssimo Sangue Redentor de Cristo Deus.
Honremos o Santíssimo Sacramento do Altar e veneremos o altíssimo preço da nossa salvação, comungando com amor e afeto esse Sangue Santíssimo, terror dos demônios e glória do mundo angélico que Cristo, por amor ao Pai e aos homens, quis derramar voluntariamente.
Sim, o Senhor não deixaria de ser Deus nem de ser perfeito nem nenhuma outra situação que pudesse diminuir o que existe em santidade, glória e majestade, se não quisesse se Encarnar.
Ele, porém, aceitou voluntariamente, se Encarnar para sofrer a Paixão e, assim nos salvar, pelo derramamento de todo o seu Sangue Precioso.
E o que daremos em troca, por tão grande amor?

sábado, 16 de abril de 2016

O olhar de Jesus

Meditemos um instante no olhar que Jesus, na sua máxima agonia na Cruz, dirigiu ao ladrão contrito    pregado na cruz ao seu lado, para daí tirar lições para nossa vida.
O que fez esse ladrão contrito para atrair para si o olhar misericordioso de Jesus?
Se pudéssemos voltar no tempo e acompanhar os últimos minutos que restam de vida para o Senhor.....
- Senhor, eu sou um pecador. Eu mereço estar aqui nessa cruz, sofrendo essa morte horrível. Eu mereço isso porque ofendi a Deus, porque virei as costas para Deus.
Eu reconheço que de muitos modos Deus queria me salvar. Mas eu não quis escutar. Vivi uma vida errada, Jesus. Agi por medo. Medo de descobrir a verdade. Medo do que as pessoas iriam pensar de mim. Não enxergava mais minha dignidade. Estava perdido.
Mas eu te vi, Jesus. Vi como o senhor tratava pessoas como eu. Vi como o Senhor olhava para elas. Vi que o Senhor enxergava nelas coisas que ninguém enxergava. Melhor, vi que o Senhor simplesmente as enxergava.
Eu sei que eu não sou ninguém. Eu sei que eu não sou digno nem de lhe dirigir a palavra. Eu sei que eu não sou digno nem de um olhar seu, meu Senhor.
E sei mais ainda, que eu mereço essa morte horrível.
Mas também sei que o Senhor não merece isso. Eu mereço mas o Senhor não.
O Senhor sofre uma morte injusta. E eu não entendo isso. Não entendo como uma pessoa como o Senhor possa sofrer tanto, padecer tantos sofrimentos, tantas humilhações, sem ter culpa nenhuma.
Mas, mesmo assim, sei que Deus nunca abandona os que Nele confia. E as obras que o Senhor fazia, Jesus, foram e são as obras de Deus.
Eu suplico o teu olhar Jesus. Eu imploro o teu olhar meu Senhor.
Se Deus quis que nossos destinos se unissem dessa forma, eu te imploro, Senhor, não me esqueças, lembra-te de mim, quando chegares no Paraíso.
- Meu filho, eu sempre te amei, te amo e sempre vou te amar. Eu te digo ainda hoje estarás comigo no Paraíso.
Poucos minutos depois, o Senhor deu seu último suspiro e morreu.
E como havia dito, o Senhor levou o pobre ladrão contrito e arrependido consigo.
Deixemo-nos olhar por Jesus, supliquemos o seu olhar por nós.
" Se nos olhais, nos erguemos".
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